Palavras do repórter da TV Globo aproximadamente às vinte pra uma da manhã do dia 29 de dezembro de 2009: "Quem poderia imaginar no auge da crise que a Bovespa teria um ano tão bom em 2009".
Para quem não lembra, postei a algum tempo aqui no blog um texto a respeito da Teoria do Descolamento 2.0 da The Economist. Bom, eles previam a recuperação de alguns países, entre eles o nosso Brasil. Quem poderia imaginar? A resposta é simples, aqueles que "olharam para os lados". A teoria da revista americana não era nada absurdo, apenas levou em consideração na análise, aspectos não considerados pela mídia...

RELAÇÕES POLÍTICO-ESTRATÉGICAS DA PARCELA SULAMERICANA PERTENCENTE À ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA SOB A PERSPECTIVA NEORREALISTA de Gustavo de Andrade Rocha é licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-No Derivative Works 3.0 Brasil.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Quem diria....
sábado, 19 de dezembro de 2009
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Watershed.com.br
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Superávit primário de maio e Teoria do Descolamento 2.0
Ontem, dia 27 de maio, foi divulgado o relatório sobre o resultado do tesouro federal para o mês de abril de 2009. Para minha surpresa, apesar do registro de ter havido uma diminuição na arrecadação de impostos, ainda foi registrado um Superávit Primário de R$10,1 bilhões, bem maior que no mês anterior que foi de R$6,5 bilhões. Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve uma diminuição.Como a própria The Economist afirma, é preciso que o Brasil observe sua Política Fiscal e Monetária para que esse crescimento se torne amplo e sustentável. É necessário que o governo reinvista, ao menos uma parte deste dinheiro como forma de aquecer o mercado interno do país. Já em relação à Política Monetária, o Brasil já está no caminho certo, ainda precisa reduzir mais a Selic, mas já o fez.
Novamente, Coréia do Norte
regar suprimentos para armas de destruição em massa. Com essa atitude de Seúl, Pyongyang anunciou que qualquer navio seu, que fosse interceptado, seria considerado um ato de guerra do vizinho, e que a resposta seria um poderoso ataque militar. É preciso lembrar, que apesar do apoio chinês e russo ter diminuído, o Estado norte-coreano depende, e muito, da China e da Rússia.terça-feira, 26 de maio de 2009
Testes nucleares da Coréia do Norte


domingo, 24 de maio de 2009
Visão do Ministro
Um dia, eu leio na The Economist a matéria citada no Post anterior... No outro, abro os sites de notícias e encontro:O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta sexta (22), em São Paulo, que a economia brasileira já está "em vias de recuperação".
Não estou dizendo que a The Economist tenha nenhum vidente em seu quadro de funcionários... Ao contrário, suas previsões foram feitas pelos mais sólidos argumentos... Encontrados apartir de uma pesquisa menos pessimista de dados.
Aguarde, amanhã postarei um novo tema
sábado, 23 de maio de 2009
Voltando a falar de Crise
Porém, será que tudo sobre a crise está sendo noticiado no Brasil?
Há uma tendência de pensarmos que a crise está nos afetando profundamente. De que o momento não é favorável.
Mas isso é verdade?
Realmente, a crise nos atingiu, mais do que era "calculado", surpreendendo até mesmo a respeitadíssima The Economist, que havia lançado uma teoria chamada "Descolamento" em tradução livre. Porém eles não estavam de todo errado, realmente, devido ao pequeno endividamento do Brasil, Índia e China, estes foram menos afetados, porém mais do que se imaginava.
Recentemente, a The Economist lançou uma "Teoria do Descolamento 2.0". A teoria se baseia no fato que Brasil mantinha a demanda interna reprimida por uma alta ta
xa básica de juros e os novos dados de crescimento chineses. Fatores que foram subestimados até o momento.Pois é, amigos, a Teoria do Descolamento está viva. E é essa linha de pensamento que afirma que Brasil, Índia e China vão se recuperar primeiro da crise, e estamos no princípio desse fenômeno. As empresas não podem manter reduzidos estoques por muito tempo, a oferta de crédito já está se recuperando, ou seja, as principais barreiras que poderiam conter o desenvolvimento nesses países, somado ao afrouxamento das políticas contra a inflação, existe uma tendência de retomada. Segundo o texto da The Economist, esses fatores ainda não são suficientes para um impacto significativo nos EUA.
Outro fator, favorável ao Brasil, é que antes da crise, as exportações já haviam diminuído, o que significa que a economia estava menos dependente naquele momento do Comércio Internacional. Porém a reação chinesa, aumentou a demanda por commodities, o que favorece diretamente o Brasil, maior exportador desse tipo de produtos do mundo.
É importante ressaltar, que a Crise ainda não passou! Porém, a teoria indica que o processo de recuperação está sendo iniciado nesses países.
Segundo a The Economist, para tornar esse crescimento sustentável, a China precisa substituir os investimentos Estatais que está realizando por consumo privado (minha opinião pessoal: óbvio) e que os outros deveriam estar atentos às suas respectivas políticas monetárias (conjunto de políticas de controle da oferta de moeda, como controle da taxa de juros, produção de moeda, emissão/compra e venda de títulos públicos, regulação da taxa de redesconto e regulação sobre o crédito privado).
Você já leu isso em alguma revista ou viu em algum jornal da TV? Pois é!
P.S.: Tentei deixar o texto o mais acessível possível. Espero que tenha conseguido, pois falar de um artigo da The Economist sem usar jargões econômicos e internacionalistas é bem complicado.
terça-feira, 19 de maio de 2009
Paradiplomacia
Para quem estuda Relações Internacionais ou se interessa por Diplomacia, Política Externa e Negócios Internacionais, foi publicado no Mundorama, uma resenha sobre a Paradiplomacia no Brasil e no Mundo.segunda-feira, 18 de maio de 2009
Queda na produção de trigo na Argentina e os Reflexos no Brasil
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Falando um pouco de Economia
gaste 35 mil reais. Sua poupança de 45 mil reais deixará de ser taxada, recebendo integralmente sua remuneração.quarta-feira, 13 de maio de 2009
Repercussões do "Não" Irlandês
Após o resultado do referendo, os ministros de Relações Exteriores se reunirão para buscar uma saída. O bloco também pressionou o primeiro ministro da Irlanda em busca de resposta.
Buscar novas alternativas para aprofundar o processo de Integração Europeu é uma das características que mais fortalecem a região. Porém outra coisa completamente diferente é que o bloco vá de encontro à decisão democrática explícita.
A União Europeia que se orgulha do aprofundamento de suas instituições democráticas precisa repensar este modo de lidar com as decisões das populações. Possivelmente será preciso abrir mão de um ritmo acelerado, e promover a integração de uma forma que esteja de acordo com a vontade popular.
Visual novo e Novas Postagens
Estive ausente do blog por um longo período. Estive me dedicando à minha monografia, e com pouca paciência para retomar as postagens.
Porém agora decidir retomar minhas postagens diárias.
O Blog também tem algumas novidades. A ferramenta de notícias automáticas agora possui temas diferentes, basta clicar no tema, e uma nova seleção de notícias será disposta.
Espero que gostem, e estarei trabalhando em novos conteúdos para o blog...










