O ataque aconteceu na província chinesa localizada na região Noroeste do mapa, fronteira com vários países (Mongólia, Rússia, Cazaquistão, Tadjiquistão, Quirguistão, Paquistão e Índia).
O governo da República Popular da China colocou a culpa num grupo separatista do "Turquestão Oriental", definindo o ataque como "terrorista".
O líder do Movimento Islamico do Turquestão Oriental, acusado pelo governo de Beijing, se defendeu, acusando a China de "reprimir, isolar e caluniar". Disse ainda que o acontecimento não foi um ataque terrorista mas uma parte da luta armada contra a repressão do governo.

Xinjiang é uma provícia de maioria islâmica em pleno território chinês, reinvindica se tornar uma província autônoma como em outros casos na China.
Segundo a Folha Online, jornalistas japoneses que cobriam o ataque foram espancados após serem presos por policiais chineses. Não é o primeiro caso de agressão contra reporteres estrangeiros recentemente na China, o que para a opinião pública internacional apenas reforça as palavras do líder separatista.
Quanto a população chinesa, tudo o que foi divulgado sobre o atentado foi uma pequena nota oficial do governo durante o jornal televisivo com pouquíssimas informações. O que era de se esperar. A diferença de agora é que a presença internacional na China está itensificada pela realização dos jogos olímpicos que aconteceram em breve.


