O principal negociador da Palestina levantou esta possibilidade frente as dificuldades durante negociações para o estabelecimento das fronteiras e desocupação dos territórios ocupados.
Não é uma solução fácil, porque ambos precisariam ceder em questões delicadas, porém talvez seja a única solução viável tanto politicamente quanto geograficamente.
Enquanto Israel teria que abrir mão de um estado religioso, os Palestinos (especialmente os mais radicais) precisariam abrir mão do anti-semitismo e das reivindicações pelas propriedades tomadas com a criação do estado israelense.
A criação do Estado de Israel foi um erro para a ONU, mas como não é possível voltar no tempo e corrigir os erros cometidos ao tentar idenizar os judeus pela perseguição sofrida na segunda grande guerra.
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