Caríssimos leitores, geralmente não costumo fazer isto, mas devido ao momento tumultuado por causa a demandas profissionais e acadêmicas irei postar uma matéria do site InfoRel e fazer um brevem comentário a seguir.
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Ministro defende Conselho Sul-Americano de Defesa
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, defendeu a criação do Conselho Sul-Americano de Defesa em audiência do Parlamento do Mercosul realizada nesta terça-feira, 16, em Montevidéo, Uruguai. Para Jobim, é fundamental que os países da região vinculem suas estratégias de defesa e desenvolvimento. Neste sentido, enfatizou a importância da produção conjunta de novas tecnologias militares que também irão fortalecer a indústria do setor. Na sua avaliação, a estratégia comum de defesa pode funcionar como um escudo da estratégia de desenvolvimento. Ambas são inseparáveis, explicou. Para tanto, destacou que a integração das bases industriais de defesa dos países sul-americanos e a aproximação dos institutos de pesquisa da região, são imprescindíveis. Segundo Nelson Jobim, “a capacitação tecnológica da região é vital. Precisamos sair do chão tecnológico, onde nos encontramos, para chegar ao teto tecnológico. Para isso, devemos promover o compartilhamento de investimentos, não repetir pesquisas que os outros estão fazendo e, dessa forma, conquistar economia de escala”. Como exemplo, destacou a parceria do Chile com a Embraer. Peças e partes de aviões fabricados pela empresa são fabricados naquele país. Ele informou que Brasil e Argentina estudam uma parceria que envolveria uma indústria em Mendoza e lamentou que jaquetas militares brasileiras sejam produzidas na China. Integração De acordo com Jobim, é determinação do presidente Lula que a região seja pensada em sua integridade, uma vez que a região é reconhecida pela produção de alimentos e por suas reservas de água e pólo produtor de energia. “Isso nos leva a pensar na necessidade de entendimento sul-americano para formar uma união em termos de defesa, com base em princípios como a submissão do poder militar ao poder civil”, enfatizou. Ele revelou que o futuro Conselho Sul-Americano de Defesa será integrado pelos ministros da pasta de todos os países da região e terá como principal desafio fomentar a confiança e a transparência na formação de consensos. Será um foro de debates que permitam aos governos sul-americanos identificar riscos e ameaças à região. Nelson Jobim afirmou que não tem qualquer preocupação com a reativação da IV Frota da Marinha dos Estados Unidos e ressaltou que as águas jurisdicionais sul-americanas pertencem aos países da América do Sul. Síndromes russa e norte-americana Na opinião do senador gaúcho Sérgio Zambiasi (PTB), a América do Sul precisa abandonar as síndromes russa e norte-americana e promover seu próprio desenvolvimento. Ele se refere às polêmicas geradas a partir da presença de navios e aviões militares da Rússia e dos Estados Unidos em países da região. Segundo Zambiasi, “além das síndromes russa e norte-americana, vivemos no passado uma síndrome Brasil-Argentina. A desconfiança entre os dois países atrasou muito a integração sul-americana. Espero que logo tenhamos a possibilidade de auxiliar o Uruguai e o Paraguai para que a integração tenha resultado efetivo junto à população”, afirmou.
"É permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte"
Fonte: http://www.inforel.org/
Repetindo a frase do ministro: “a capacitação tecnológica da região é vital. Precisamos sair do chão tecnológico, onde nos encontramos, para chegar ao teto tecnológico. Para isso, devemos promover o compartilhamento de investimentos, não repetir pesquisas que os outros estão fazendo e, dessa forma, conquistar economia de escala”. Se conseguirmos realmente fazer isso... Todo esforço é válido(por favor, não me interpretem mal).
Ótimo fim de semana à todos!
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Ministro defende Conselho Sul-Americano de Defesa
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, defendeu a criação do Conselho Sul-Americano de Defesa em audiência do Parlamento do Mercosul realizada nesta terça-feira, 16, em Montevidéo, Uruguai. Para Jobim, é fundamental que os países da região vinculem suas estratégias de defesa e desenvolvimento. Neste sentido, enfatizou a importância da produção conjunta de novas tecnologias militares que também irão fortalecer a indústria do setor. Na sua avaliação, a estratégia comum de defesa pode funcionar como um escudo da estratégia de desenvolvimento. Ambas são inseparáveis, explicou. Para tanto, destacou que a integração das bases industriais de defesa dos países sul-americanos e a aproximação dos institutos de pesquisa da região, são imprescindíveis. Segundo Nelson Jobim, “a capacitação tecnológica da região é vital. Precisamos sair do chão tecnológico, onde nos encontramos, para chegar ao teto tecnológico. Para isso, devemos promover o compartilhamento de investimentos, não repetir pesquisas que os outros estão fazendo e, dessa forma, conquistar economia de escala”. Como exemplo, destacou a parceria do Chile com a Embraer. Peças e partes de aviões fabricados pela empresa são fabricados naquele país. Ele informou que Brasil e Argentina estudam uma parceria que envolveria uma indústria em Mendoza e lamentou que jaquetas militares brasileiras sejam produzidas na China. Integração De acordo com Jobim, é determinação do presidente Lula que a região seja pensada em sua integridade, uma vez que a região é reconhecida pela produção de alimentos e por suas reservas de água e pólo produtor de energia. “Isso nos leva a pensar na necessidade de entendimento sul-americano para formar uma união em termos de defesa, com base em princípios como a submissão do poder militar ao poder civil”, enfatizou. Ele revelou que o futuro Conselho Sul-Americano de Defesa será integrado pelos ministros da pasta de todos os países da região e terá como principal desafio fomentar a confiança e a transparência na formação de consensos. Será um foro de debates que permitam aos governos sul-americanos identificar riscos e ameaças à região. Nelson Jobim afirmou que não tem qualquer preocupação com a reativação da IV Frota da Marinha dos Estados Unidos e ressaltou que as águas jurisdicionais sul-americanas pertencem aos países da América do Sul. Síndromes russa e norte-americana Na opinião do senador gaúcho Sérgio Zambiasi (PTB), a América do Sul precisa abandonar as síndromes russa e norte-americana e promover seu próprio desenvolvimento. Ele se refere às polêmicas geradas a partir da presença de navios e aviões militares da Rússia e dos Estados Unidos em países da região. Segundo Zambiasi, “além das síndromes russa e norte-americana, vivemos no passado uma síndrome Brasil-Argentina. A desconfiança entre os dois países atrasou muito a integração sul-americana. Espero que logo tenhamos a possibilidade de auxiliar o Uruguai e o Paraguai para que a integração tenha resultado efetivo junto à população”, afirmou.
"É permitida a reprodução total ou parcial, desde que citada a fonte"
Fonte: http://www.inforel.org/
Repetindo a frase do ministro: “a capacitação tecnológica da região é vital. Precisamos sair do chão tecnológico, onde nos encontramos, para chegar ao teto tecnológico. Para isso, devemos promover o compartilhamento de investimentos, não repetir pesquisas que os outros estão fazendo e, dessa forma, conquistar economia de escala”. Se conseguirmos realmente fazer isso... Todo esforço é válido(por favor, não me interpretem mal).
Ótimo fim de semana à todos!



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