O programa norte-coreano que havia sido desativado em função de promessas dos Estados Unidos, entre elas a de retirar o nome do país da lista dos países que apoiam o terrorismo.
O governo de Pyongyang afirma que as promessas não vinham sendo cumpridas, portanto deixou de cumprir sua parte no acordo. Em junho os coreanos haviam destruído uma torre de resfriamento, fundamental para o processo de beneficiamento nuclear, e tinha sido interpretado como um forte sinal de compromisso dos governantes do país.
Agora o processo de aproximação com a Coreia do Norte terá de ser reiniciada. Quem mais irá sofrer com essa quebra de acordo é a população norte-coreana que vem sofrendo com a falta de alimentos e o alto índice de desemprego. Entre as promessas dos americanos estavam a derrubada das barreiras comerciais impostas ao país e um pacote de ajuda humanitária.
Os países vizinhos ganhariam muito com a aproximação com a Pyongyang, especialmente a irmã, Coreia do Sul, que vem a mais de uma década num processo lento e gradativo de aproximação. Independentemente do acordo com os EUA, os coreanos ainda mantém ativa a construção de uma ferrovia entre as duas capitais, especialmente como um símbolo de uma futura unidade.
Vamos esperar os próximos acontecimentos e torcer para que o acordo seja retomado ou um novo acordo seja estabelecido.




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